O FIM DAS LOJAS DE DEPARTAMENTO?
Antes mesmo dos shoppings centers tornarem-se um ponto de venda no varejo e entretenimento, surgiram em São Paulo, Cássio Muniz, Mesbla, Sears e as redes como Eletroradiobras e outras.
Tudo estava sob controle, inclusive no exterior, como a Macys, Galeria Lafaiete, El Corte Inglês e vai por aí afora, em qualquer país.
O primeiro susto americano foi o encerramento de atividades da ToysRUs, Sears etc.
O que aconteceu? O cliente sumiu? o advento das .com? A evolução da Tecnologia da Informação? A logística no “last mile”?
Enfim a lista é enorme de canais e soluções que acomodam o desejo dos clientes com satisfação e até mesmo com uma excelência de experiência!
A cada década, as tentativas de sobrevivência esbarravam nos aspectos financeiros e a conta não mais fechava.
Portanto o modelo original não deu mais certo!
E qual a solução para garantir a sobrevivência destas empresas?
Várias soluções foram e são tentadas periodicamente. Em alguns mercados de pequeno a médio porte ainda a venda do varejo local continuam como as lojas CEM no interior paulista.
Em grandes centros e nas macro regiões outras redes até evoluem como a rede das lojas Havan, Magalu etc.
Mas para alguns a sobrevivência foi uma bola de neve onde cada vez o capital esmoreceu-se e os juros só subiram para garantir o mercado financeiro.
Nestes casos no back-room está a automação, seja com empilhadeiras ou robôs automáticos na Intralogistica que, atualmente, suprem a falta de mão de obra, além de compensar as dores da saúde física e mental.
Finalizando, existem espaços e opções para atender o consumidor num ambiente competitivo
A IMAM, por meio de consultorias, treinamentos e eventos especializados (INTRA-LOG) tem acelerado a transformação de muitas empresas neste setor, pois acredito que isso que garantirá nossa competitividade.

