Estoque no varejo: o desafio de administrar sem perder vendas
Estoque no varejo em resumo: No varejo, o estoque faz parte do negócio, porque a essência é atender o cliente de forma rápida e imediata. Não ter o produto significa perder a venda e, além disso, vendas futuras. Por outro lado, manter estoque custa caro, pois usa capital de giro e espaço físico. Assim, a gestão exige técnicas próprias do varejo.
A essência de qualquer empresa de varejo é atender ao cliente de forma rápida e imediata, garantindo um nível de serviço que deve ser, se não 100%, muito próximo a isso. Neste segmento, ao contrário de alguns outros, o estoque é algo absolutamente necessário e faz parte do negócio.
Não ter o produto não só significa perder a venda imediata, como também pode gerar perda de vendas futuras, considerando que a imagem da falta de produto fica na memória do cliente e este pode não voltar ao estabelecimento. Por outro lado, sabemos que manter estoques custa caro, pois requer uso de capital de giro, implicando em custos de oportunidade e do espaço físico.
Desafio
A multiplicação de SKUs, a redução do ciclo de vida dos produtos por conta da aceleração constante das mudanças tecnológicas e da moda, o aumento da capilarização e segmentação do mercado são fatores que dificultam ainda mais a previsão das vendas, que orientam o dimensionamento dos estoques no varejo.
Quando falamos em gestão de estoques, é necessário ficar claro que o varejo possui muitas variáveis a serem gerenciadas gerando a necessidade de utilização de técnicas e ferramentas específicas, que muitas vezes são bastante diferentes das que se aplicam a indústrias e outros segmentos. Acima seguem algumas dicas para os varejistas que desejam melhorar a gestão dos seus estoques.
Com estas dicas, o varejista pode iniciar uma revisão no processo de gestão dos seus estoques, e nestes tempos de crise, economizar sem perder vendas.
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Perguntas frequentes sobre estoque no varejo
Porque a essência do varejo é atender o cliente de forma rápida e imediata, com nível de serviço próximo de 100%. Não ter o produto significa perder a venda do momento e, muitas vezes, vendas futuras, já que a lembrança da falta fica na memória do cliente e ele pode não voltar à loja.
Porque o estoque consome capital de giro, o que gera custo de oportunidade, e ocupa espaço físico, que também tem custo. Por isso o varejista precisa equilibrar a disponibilidade do produto na prateleira com o dinheiro e o espaço imobilizados.
Segundo o autor, a multiplicação de SKUs, a redução do ciclo de vida dos produtos, causada pela mudança acelerada da tecnologia e da moda, e o aumento da capilarização e da segmentação do mercado. Como a previsão orienta o dimensionamento dos estoques, esses fatores tornam a gestão mais difícil.
Não. O varejo tem muitas variáveis a gerenciar e exige técnicas e ferramentas específicas, muitas vezes bem diferentes das usadas na indústria e em outros segmentos. Revisar o processo de gestão com esse olhar ajuda o varejista a economizar sem perder vendas.
O equilíbrio do estoque no varejo
Em resumo, os dois lados e o desafio descritos no post:
| Ponto | O que o post afirma |
|---|---|
| Falta de produto | Perde a venda imediata e pode perder vendas futuras, pois o cliente pode não voltar |
| Excesso de estoque | Usa capital de giro e gera custos de oportunidade e de espaço físico |
| Previsão de vendas | Dificultada pela multiplicação de SKUs, ciclos de vida curtos e mercado mais segmentado |
📚 Conteúdos complementares recomendados
- Centro de distribuição para varejo: Além disso, um caso de CD no varejo.
- Distribuição no varejo: erros e desafios: Os problemas mais comuns da distribuição.
- Ruptura de estoque: Por fim, o custo de faltar produto.
Por: Wagner Salzano


