Ir para o conteúdo
IMAM Consultoria
IMAM Consultoria
  • ESTRATÉGIAS E OPERAÇÕES
  • Desenvolvimento Organizacional
  • SUPPLY CHAIN E LOGÍSTICA
  • Fale Conosco
  • Sites
    • IMAM Consultoria
    • Quem somos
    • HOME IMAM
  • Nossos treinamentos
IMAM Blog Engenharia de Produção e Operações Ergonomia deficiente: os custos ocultos e como evitá-los

Engenharia de Produção e Operações

Ergonomia deficiente: os custos ocultos e como evitá-los

  • Por IMAM
  • Publicado em 13/10/2026
  • 4 min de leitura
Capa do artigo do acervo técnico da IMAM sobre ergonomia deficiente
Sumário executivo

Ergonomia deficiente em resumo: A ergonomia deficiente gera custos que a maioria dos empregadores não vê. Eles enxergam o tempo de recuperação e o pagamento extra por condições adversas, mas cerca de 90% dos efeitos ficam escondidos, como perda de produtividade, má qualidade, seguro e substituição de pessoas. Adaptar o trabalho às pessoas reduz esses custos.

Para muitas pessoas, a ergonomia ainda é uma palavra abstrata. Isso vale sobretudo para pequenas empresas, que muitas vezes não conhecem as opções para melhorar suas instalações nem os custos da ergonomia deficiente.

Este artigo, baseado no acervo técnico da IMAM, explica o que a ergonomia busca, quais efeitos a falta dela provoca e como a movimentação a vácuo ajuda.

O que é ergonomia

  • A ergonomia trata da relação entre o homem e a máquina: adapta tarefas e condições à pessoa e prepara a pessoa com exercícios e treinamento.
  • O princípio básico é adaptar o trabalho às pessoas que o realizam.
  • Um projeto ergonômico considera as características das pessoas e, ao mesmo tempo, os critérios econômicos.
  • O principal objetivo é proteger a saúde de todos os possíveis usuários.
Ilustração do artigo sobre ergonomia deficiente, do acervo técnico da IMAM (figura 1)

Os efeitos da ergonomia deficiente

O projeto ergonômico afeta a tensão e o esforço do usuário de várias formas. Há o esforço físico, muscular estático e dinâmico. Há a tensão psíquica, como a necessidade de concentração. Além disso, há as tensões ambientais: temperatura, ruído, vibração, iluminação e poeira.

Desde ficar sentado a uma mesa até operar equipamentos pesados, a ergonomia deficiente leva a problemas físicos e psicológicos. As lesões físicas vão de cortes e arranhões a danos graves na cabeça, no pescoço e na coluna, inclusive fraturas. Por outro lado, a tensão e o excesso de trabalho afetam a saúde mental no longo prazo e reduzem a eficiência.

Ilustração do artigo sobre ergonomia deficiente, do acervo técnico da IMAM (figura 2)

O iceberg da ergonomia deficiente

O PDF compara as consequências a um iceberg. A maioria dos empregadores vê só a ponta. Porém, cerca de 90% dos efeitos passam despercebidos.

Parte do icebergCustos
VisívelTempo de recuperação do funcionário; pagamento extra por condições adversas de trabalho
EscondidaSubsídio a benefícios de saúde; horas de deslocamento e atendimento médico; má qualidade; custos de seguro da fábrica
EscondidaSubstituição de pessoas; continuação dos pagamentos; perda de produtividade; horas de treinamento; maior número de funcionários

Segundo o artigo, ambientes projetados para que ninguém precise esticar demais o corpo poderiam poupar à manufatura bilhões de dólares em indenizações por acidente de trabalho.

Responsabilidades do empregador

  • Criar um ambiente de trabalho com igual tratamento para todos.
  • Proteger todo o pessoal empregado.
  • Equipar o local para que ninguém sofra dano à saúde ou à propriedade durante o trabalho.
Ilustração do artigo sobre ergonomia deficiente, do acervo técnico da IMAM (figura 3)

Como a elevação a vácuo combate a ergonomia deficiente

Um exemplo de movimentação segura são os elevadores de tubo a vácuo. O vácuo segura e eleva a carga, sem talha de cabo ou corrente, sem manipulador e sem cilindro de elevação. Ventiladores geram o vácuo e podem ser regulados por frequência conforme a aplicação. Uma mangueira de até 50 metros liga o gerador ao tubo.

O operador usa um guidão parecido com o de uma motocicleta: abaixa o punho e a carga desce; levanta e ela sobe. Assim, mantém uma postura saudável em qualquer altura. A ventosa, que toca a peça, existe em vários tamanhos, formas e materiais. Com esses equipamentos, o operador movimenta peças de até 300 kg sem esforço na coluna, e até 1.000 kg com versões que usam talha de corrente. Os resultados apontados no PDF são:

  • Tempos menores de movimentação e menos fadiga.
  • Mais elevações com o mesmo número de pessoas.
  • Movimentação mais segura e sem danos às peças.
  • Trabalhador mais motivado.

Fonte: acervo técnico da IMAM, revista intraLOGÍSTICA. Conheça também a IMAM Consultoria.

Conclusão

A ergonomia deficiente custa muito mais do que aparece. Em resumo, quem olha o iceberg inteiro descobre que adaptar o trabalho às pessoas, inclusive com o acessório de elevação certo, protege a saúde da equipe e o resultado da empresa.

Conteúdos complementares recomendados

  • Ergonomia no trabalho: Conceitos e práticas de ergonomia na empresa.
  • Fator ergonômico na movimentação: A ergonomia aplicada à movimentação de materiais.
  • Prevenção de acidentes: Cuidados que evitam lesões na operação.
9 visualizações

Leia também

Alta Performance x Sobrevivência Operacional

Desenvolvimento Organizacional

Alta Performance x Sobrevivência Operacional

Por José Luiz Senoi · 25/09/2026

Educação Corporativa: do treinamento à competência aplicada

Desenvolvimento Organizacional

Educação Corporativa: do treinamento à competência aplicada

Por Eduardo Banzato · 18/09/2026

Profissional em ambiente de operação diante de um quadro de ideias, representando a gestão da inovação aplicada à cadeia de suprimentos

Desenvolvimento Organizacional

Gestão da inovação na supply chain: o que é, pilares e como aplicar

Por IMAM · 08/09/2026

Deixe um comentário Cancelar resposta

Buscar no blog

E-book Grátis

automacao_na_intralogistica
gestao_competitiva
customer_service
entendendo_a_logistica
cta_guia-para-treinar-e-desenvolver-equipe-de-logistica_01-1


ctas_300x300_azul_foto-9

Posts populares

  • Alta Performance x Sobrevivência Operacional
    Alta Performance x Sobrevivência Operacional
  • Os Heróis da Supply Chain que Ninguém Vê
    Heróis da logística: os profissionais da supply chain que ninguém vê
  • Engenharia logistica: Engenheiro logistico em armazem
    Engenharia Logística: O Que Faz, Áreas de Atuação E Salário

Sobre o blog

O IMAM leva você mais longe!
Acompanhe aqui as principais tendências da área de capacitação profissional, logística e supply chain.

Categorias

  • Desenvolvimento Organizacional
  • Embalagem
  • Engenharia de Produção e Operações
  • Estratégias e operações
  • Estratégias e Performance (Lean, Toc, 6 Sigma)
  • Série Armazenagem
  • Supply Chain e Logística

Entre em contato

  • Rua Machado Bitencourt, 190 Conj 606/607 Metrô Sta. Cruz, Vila Mariana, 04044-000, São Paulo/SP

  • (11) 5575-1400

  • imam@imam.com.br

  •  (11) 97550-8384

Autores do Blog IMAM

Nossos treinamentos