Desenvolvimento Organizacional
Gestão de riscos na logística: como evitar prejuízos nas empresas
Sumário executivoGestão de riscos na logística em resumo: Gestão de riscos na logística é avaliar todas as consequências possíveis de um plano que pode não dar certo e preparar contingências para as perguntas do tipo e se. Por isso, considera todo o fluxo de materiais e de informação para achar os elos desconectados. Assim, a empresa reduz erros e evita prejuízos financeiros e de imagem.
A gestão de riscos desempenha um papel fundamental para mitigar problemas que podem interferir diretamente em processos diversos. Na logística não é diferente, seja na área de produção, distribuição, armazenagem, entre outras.
A sua importância em um ambiente empresarial pode ser observada quando toda e qualquer incerteza foi pensada, desencadeando um planejamento para toda e qualquer ocorrência, a fim de eliminar e/ou atenuar possíveis riscos.
Dessa forma, uma eficiente gestão de riscos na logística é responsável pelo bom desempenho da companhia, eliminando prejuízos e conquistando lucros. Portanto, é fundamental para os gestores se aprimorarem sobre o assunto, garantindo assim os benefícios desejados.
Importância da gestão de riscos na logística
De forma análoga, a gestão de riscos funciona basicamente como o planejamento para uma volta ao mundo em um veleiro. Para conseguir essa proeza, o capitão necessita traçar o rumo, determinar a melhor estratégia e prever como conseguirá solucionar os diversos imprevistos que possam surgir pelo caminho. Afinal, nem sempre tudo sai como planejamos.
Em uma empresa a situação funciona da mesma maneira. Não manter uma gestão de riscos na logística, portanto, é o mesmo que navegar sem rumo, aumentando e muito as chances de naufragar pelo caminho.
“O papel da gestão de risco em uma empresa é fundamental na avaliação de todas as possíveis consequências de um plano que pode não dar certo na sua execução”, explica Reinaldo Moura, criador e conselheiro do Grupo IMAM, que há mais de 40 anos atua na logística.
Segundo Moura, é fundamental avaliar todas as contingências que respondem às inúmeras questões “E se…? (What-If)”. Conhecimento especializado e atualizado e um planejamento estratégico, portanto, são peças importantes para obter as respostas desejadas.
Cuidados necessários
Para a correta gestão de riscos na logística, alguns pontos precisam ser levados em consideração pelos gestores.
De acordo com Moura, é importante assegurar que todo o fluxo de materiais e de informação seja considerado na avaliação dos pontos fracos. Estes são os chamados “elos desconectados”, que podem romper o sistema e causar grandes estragos.
Nesse contexto, os erros de informação estão entre as principais falhas quando o assunto é gestão de riscos na logística. Esse problema pode ocorrer desde o recebimento até a entrega no cliente, incluindo erros de separação, itens em excesso ou falta, defeitos, devoluções, extravios, entregas em local errado, entre outros.
“Todos são exemplos de situações que rompem o sistema, e requerem um retrabalho”, destaca.
Promover a gestão de riscos, portanto, elimina ou reduz possíveis erros. “Ao mapear os pontos de atenção e desenvolver planos de ação e contingências, as empresas conseguem evitar tanto prejuízos financeiros quanto para a sua imagem no mercado, evitando atritos com clientes e fornecedores”, explica o criador e conselheiro do Grupo IMAM.
Importância da tecnologia
Em um mundo cada vez mais digital, a tecnologia se transforma em um instrumento facilitador para a gestão de riscos na logística, contribuindo no processo e evitando erros humanos.
Atualmente, existem inúmeras soluções no mercado para a realização de diferentes tarefas relacionadas ao assunto. Dessa forma, o gestor precisa fazer uma análise minuciosa e criteriosa para conseguir investir em aplicações realmente necessárias.
“Seja um simples leitor de código de barras, um processo com etiquetas RFID ou mesmo em uma operação logística completamente automatizada, temos que avaliar como cada investimento favorecerá a execução correta desde a primeira vez, evitando perdas”.
Sendo assim, Moura acredita que o próprio conhecimento, com profissionais cada vez mais qualificados, torna-se um trunfo valioso para quem busca a maestria.
Suporte necessário
Como o próprio Moura salienta, vale destacar que falar é fácil. Dessa forma, o maior desafio é acreditar que investir em planejamento pode contribuir para uma execução mais eficiente.
“O trabalho da IMAM nas empresas se inicia aí, na conscientização de todos os responsáveis pelo processo logístico a respeito da Gestão de Riscos, seja por meio de Workshops, Palestras e/ou Treinamentos”.
Após a etapa preliminar, a IMAM apoia as empresas desde o desenvolvimento da estratégia, com base nas principais práticas existentes; até a elaboração de projetos de análise de viabilidade de como a tecnologia pode suportar este processo de gestão, em uma consultoria técnica e especializada.
Além disso, ao término do projeto, a IMAM estrutura Escolas Técnicas e/ou Academias Corporativas. Dessa forma, a empresa consegue manter um processo de educação continuada. Afinal, a base do sucesso de uma gestão de riscos está sempre nos olhos críticos das pessoas a fim de que a empresa possa se antecipar nas decisões.
Prepare-se para influenciar pessoas e tomar decisões mais estruturadas, minimizando os riscos e aumentando as chances de atingimento dos objetivos com o nosso treinamento.
Pontos da gestão de riscos na logística
Em resumo, os pontos destacados no post:
| Ponto | O que o post afirma |
|---|---|
| Elos desconectados | Pontos fracos no fluxo de materiais e de informação que podem romper o sistema |
| Erros de informação | Do recebimento à entrega: separação errada, excesso ou falta, defeitos, devoluções e extravios |
| Tecnologia | Código de barras, RFID ou automação, avaliados pelo ganho de fazer certo da primeira vez |
| Pessoas | Conscientização com workshops, palestras e treinamentos e educação continuada |
Perguntas frequentes sobre gestão de riscos na logística
É o planejamento que antecipa as incertezas de um processo logístico, na produção, na distribuição ou na armazenagem, para eliminar ou atenuar os riscos. Segundo o post, consiste em avaliar todas as possíveis consequências de um plano que pode não dar certo e todas as contingências que respondem às perguntas do tipo e se, o chamado what if.
Porque uma gestão de riscos eficiente é responsável pelo bom desempenho da companhia, eliminando prejuízos. O post compara a empresa a um veleiro numa volta ao mundo: sem traçar o rumo e prever os imprevistos, é como navegar sem rumo, com muito mais chance de naufragar.
Os erros de informação estão entre as principais falhas. Eles podem ocorrer do recebimento à entrega ao cliente e incluem erros de separação, itens em excesso ou em falta, defeitos, devoluções, extravios e entregas em local errado. São os elos desconectados do fluxo de materiais e de informação, que rompem o sistema e exigem retrabalho.
A tecnologia facilita a gestão de riscos e evita erros humanos, mas o gestor deve analisar com critério onde investir. Seja um leitor de código de barras, etiquetas RFID ou uma operação totalmente automatizada, é preciso avaliar como cada investimento favorece a execução correta desde a primeira vez.
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